sexta-feira, 5 de junho de 2015

TOAD THE WET SPROCKET - FEAR.



Facebook is often good to bump onto with blasts from the past, posted by contacts who would end up showing up a surprising musical similar taste to mine.
It is always nice to have something to talk about to someone else that speak to your younger heart we used to when we were teenagers.

God, I sound so old by saying that!

So, through this contact named Tim, I came across this interview from Glen Philips - the lead singer and composer of a band whose five albums I only know and own one: Toad The Wet Sprocket - Fear.


quarta-feira, 27 de maio de 2015

MARY ELLEN MARK.


(auto-retrato)

Para quem me conhece, ou não - sabe que ocasionalmente, trabalho com fotografia; e como todo profissional dessa área, passei por altos e baixos. Não é (ainda) o meu ofício principal - ainda estou numa intensa fase de transição, mas isso é assunto para outro dia.
Mas para quem acompanha o meu trabalho de perto, ou até mesmo via Flickr - quem não conhece, basta apenas clicar no link acima e à direita desta página -, sabe que pela linguagem fotográfica, meu estilo ainda é frio. Não que isso seja um problema, de maneira alguma. Mas se medirmos o peso e o impacto de uma imagem, o elemento de uma pessoa ou qualquer outro ser vivo como objeto de registro visual, sempre será mais impactante do que um ângulo único sobre uma estrutura arquitetônica. Talvez duas ou três vezes no máximo tive pessoas confessando que se emocionaram com alguma fotografia feita por mim.

terça-feira, 26 de maio de 2015

ÓDIO.


Segue uma das melhores máximas que aprendi no ano passado: "O ódio é uma forma de Amor adoecido".

Faz sentido; afinal, como Morrissey estabelece através de simples poesia canta belamente na canção I Know it's Over dos Smiths - "é tão fácil rir, é tão fácil odiar, mas é necessário força para ser gentil e amável."
Outra que me marcou para o resto da vida e também finalmente encontrei um lugar para mencioná-la num post, vem do filme Jerry Maguire (escrito e dirigido por Cameron Crowe, 1996), no qual Tom Cruise a diz de maneira bem singela e marcante: "Vivemos num mundo muito, muito cínico."


segunda-feira, 13 de abril de 2015

ORWELL & SPIRITUALITY / ESPIRITUALIDADE.

ENGLISH:

1984 written by George Orwell is one of my favorite books. It makes me remember how interesting the concept of a subverted society to totalitarianism in a dystopian future can be; besides the possibilities of further analysis on a work of fiction that resonates so much with certain aspects of our reality.
The book has changed my point of view on the world and taught me how to observe and analyze the behaviourism levels in our society - as much on a micro level (individual) and macro (collective). How can people act and react either alone or in groups. A perspective learned from sociology, philosophy, psychology and spirituality.
That's why and how Orwell's works strike me - they make me stop and think.

segunda-feira, 6 de abril de 2015

MULHERES / WOMEN.

Art: Adam Hughes.


PORTUGUÊS:
Não podemos viver com elas, não podemos viver sem elas.
Que aqueles que nunca tiveram problemas ou profundos autoquestionamentos em relação as mulheres em suas vidas, levantem as mãos.
Mas é apenas justo dizer que aprendi muito com elas também; e ainda espero aprender mais.



ENGLISH:
Can't live with them, can't live without them.
Let those who never had problems or deep self-questioning thoughts regarding women in your lives, raise your hands.
But it's only fair to say that I've learned a lot with them as well; and I still hope to learn more.

domingo, 5 de abril de 2015

UM DOS MEUS MELHORES PRAZERES.

Como aquele velho ditado postula: Não é o destino final, mas sim a jornada que vale a pena.


























São essas palavras que me atingem quando me preparo para uma viagem por terra. Há um prazer único pra mim ao dirigir em estradas, principalmente quando estou só no carro. E na minha frente, nada mais, a não ser a interminável faixa cinza, onde posso me entregar e às vezes, ser hipnotizado por ela.
Sei que estarei dirigindo, mas preciso de um esforço pra me dar conta que estou fazendo isso.

sábado, 4 de abril de 2015

NICK CAVE.



O que eu mais gosto em Nick Cave é como ele notoriamente rico em suas composições. Não interessa se algumas canções são menos conhecidas ou impactantes, mas cada uma delas possui um conteúdo brutal. Há sentimentos nas obras dele que me identifico muito.

De um punk - dotado de uma fúria musical pronta a explodir - a um romântico ao extremo, ele consegue ser mais suave aos meus ouvidos do que Elton John e mais conquistador do que Bryan Ferry e Bono juntos.
Tive uma agradável surpresa ao descobrir que ele também compõe trilha sonoras, escreve livros, roteiros para filmes e até atua neles.

Isso pra mim, são feitos de um compositor perfeito. Às vezes me culpo por ele ter sido inserido em minha educação musical um pouco tarde, mas felizmente, não tarde demais.